Após cinco anos em linha, Tata Bolt e Zest deixam de ser produzidos na Índia


Com o Tiago em linha, a Tata confirmou o fim de linha do Bolt na Índia. O hatch compacto lançado em fevereiro de 2014 e que se despede do mercado indiano depois de não conseguir alcançar o sucesso estimado pela marca indiana dona da Jaguar-Land Rover. O Bolt chegou para tentar roubar mercado de Suzuki-Maruti e foi desenvolvido ao gosto do consumidor local. O carro passou pelos estúdios da Tata na Índia, Reino Unido e Itália, mas parece que isso não foi o suficiente para fazer dele um sucesso comercial. O Bolt ainda tinha uma versão sedã, o Zest, que também sai de linha junto com o hatchback. Nos últimos meses o Bolt chegou aos seus piores resultados comerciais desde seu lançamento, com o vexatório resultado de 30 unidades emplacadas na Índia em março. Com isso, não tinha mais justificativas de mantê-lo em linha. Desenvolvido sobre a antiga plataforma X1, ele contava com uma linguagem visual que já não casava com a atual filosofia de design da marca. Na Índia, uma das principais críticas ao carro e um dos motivos do seu fracasso é seu projeto bastante antiquado em relação às mais recentes criações da marca. Além disso, o fogo amigo do Tiago e em breve do Altroz não ajudaria em nada a sua permanência em linha. 



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Motores 1.0 e 1.4 EVO da Fiat devem se despedir do mercado a partir do segundo semestre desse ano!

Renault Megane Sedan vem ao Brasil até final de 2019, com motor 1.3 12v TCe Flex de 170cv

Curiosidades: por que o disco de freio parece com ferrugem mesmo sendo novo?

Curiosidades: Carros de Fórmula 1 tem o sistema ABS?

Curiosidades: Os carros mais vendidos do Brasil em 1995!

Curiosidades: Os carros mais vendidos do Brasil em 1994!

Ford revela seus planos até 2022: novo Ka em 2021, nova EcoSport em 2019 e novo Focus e Fiesta em 2017

Curiosidades: Os veículos mais vendidos do Brasil em 1998!

Foton lança Aumark por R$77.900!

Volkswagen deve apresentar Polo reestilizado em 2021, de acordo com sindicato