Renault teme fim das minivans com ascensão dos SUVs e adota mudanças no design


A Renault foi a marca que inaugurou o segmento de minivans lá no distante ano de 1984 com a Espace. Desde lá, o segmento se popularizou muito entre os anos 90 e início dos anos 2000, mas hoje em dia não é mais assim. Desde então, a ascensão dos SUVs coloca em perigo o segmento que vem perdendo espaço num nível mais rápido que as stations wagons. Enquanto a Scenic atual tem ciclo de vida até 2023 – e a Espace também – as minivan tem um futuro ainda indefinido. Segundo Thierry Bollore, chefe da Renault, em entrevista ao Autocar, afirmou que a marca pode partir para um portfólio totalmente constituído por SUVs, que representam cerca de 1/3 das vendas da marca. O executivo afirmou ainda que a queda das minivans e a ascensão dos SUVs tem muito a ver com design. Tanto que a meta da Renault é desenvolver as novas gerações da Scenic e da Escape com um design mais robusto e mais próximo dos utilitários esportivos, algo que já acontece hoje, principalmente com a Escape, que já parece mais um crossover. A marca confirmou que as minivans devem seguir o rumo mais esportivo, com teto visualmente mais baixo, rodas grandes e algumas influencias dos SUVs. 


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Subaru se despede do WRX STi na Espanha com série especial Final Edition

CAOA fecha acordo com Ford para a fábrica de São Bernardo do Campo (SP)

Nova geração do Hyundai HB20 pode substituir 1.6 16v e 1.0 Turbo pelo 1.0 12v TGDI

McLaren inaugura concessionária no Brasil e pretende vender 20 unidades no primeiro ano

Mercedes-Benz revela eSprinter em testes de durabilidade de componentes na Suécia

Renault vende todo primeiro lote do Zoe e já confirma encomenda de segundo lote

Volkswagen estuda desenvolver um Golf R Plus com 400cv na oitava geração

Volkswagen confirma que Tarek terá início da produção atrasada, na Argentina

Subaru convoca recall de Legacy GT e Outback no Brasil com defeito no airbag

Ford Territory deve ser lançado no Brasil, por pressão dos concessionários